
Sinto sim, doe sim. Meu coração a cada dia se multiplica, com um gesto, com uma simples palavra, o com um mero olhar. Ele não morre para renascer. Ele nasce em cima de outro, de uma ferida não curada, de um desejo não satisfeito, de um sonho não realizado. O que fazer? Onde achar a solução? Procuro uma saída, mais sem querer entram de novo em minha vida.
A cada pulsada, um outro é ferido, é apertado, magoado. Não sei como controlar, como parar com esse crescimento, que me mata, e feri os que amo.
Ilusão, carência, ou confusão? Não sei. Só sei que o mais machucado nessa história sou eu.
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